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Mostrando postagens de agosto, 2026

DOIS POEMAS DE VÂNIA LÚCIA MALTA COSTA CATUNDA

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fotografia do arquivo pessoal da autora  MEU MENSAGEIRO DOS VENTOS O seu silêncio parece me perguntar  O que há por detrás do meu olhar? Respondo: um véu de sonhos a realizar. Um vislumbre de coisas a conquistar. Uma colheita de estrelas em noite de luar. Querido mensageiro da sorte,  sei que conhece o meu agir,o meu pensar. Quando estou feliz,  vive a balançar. Com alegria a fanfarrar. Seu som tibetano a circular. Que sigamos os mesmos trilhos no caminhar. Com vibrações positivas do universo a nos cercar. Proferidas no mesmo linguajar. Que só nós dois sabemos decifrar. imagem do Pinterest  -*- PORAQUÊ - PEIXE PILHA Que engenheira é a natureza! Fantástica obra de Deus! Um peixe com carga positiva. E carga negativa parece pilha! Famoso como Peixe-Poraquê Que na língua tupi significa: "O que coloca pra dormir". Vivente da Bacia  Amazônica. E rios da América do Sul. Conhecido como Peixe-Elétrico do Amazonas. Grande em tamanho e peso. Não morde, não ferroa, Mas...

Maria Verginia Gonçalves e Isabel Furini: Criança - Poemas

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Escultura em Redmond, Washington, USA - Foto de Isabel Furini Criança, futuro do amanhã Levanto sempre na madrugada, Em silêncio, faço oração. Penso em nossa pátria amada, E me aperta o coração. Vejo crianças abandonadas, Dormindo ao relento, no chão. Longe das escolas, caladas, Esquecidas na exclusão. Onde está o pão, o abrigo? Onde está a proteção? Que futuro, que abrigo, Para quem cresce sem pão? Que nossa prece vire ação, Que o descaso vire cuidado. Toda criança é uma nação, Nenhum futuro pode ser descuidado. Maria Verginia Goncalves Professora aposentada, mestre em Educacao. Bacharel em Direito, escritora, agente cultural Maringá, Brasil. ** Curvas do passado o tique-taque do relógio não perdoa o tempo é uma bola torta que nos empurra  inexoravelmente rumo à morte os dias fogem dos calendários e ficam amontoados na memória mais um inverno… mais uma primavera... de repente percebo que sou feita de lembranças semelhante a essa boneca de pano  que amei quando criança (com su...

Homenagem póstuma para Chloris Casagrande, Liana Justus e Roza de Oliveira

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Chloris Casagrande Justen, Liana Justus e Roza de Oliveira Em 9 de agosto aconteceu o evento Lítero-Cultural na Casa da Cultura Polônia Brasil no IV Festival da Palvara de Curitiba promovido pela Fundação Cultural de Curitiba, com curadoria de Liana Leão e Rogério Pereira.  No encontro, organizado por Valeria Borges da Silveira e Isabel Furini, na Casa da Polônia, primeramente foi realizada homenagem póstuma a três mulheres que promoveram a Cultura, as Artes e a Literatura na cidade de Curitiba, depois aconteceu o Sarau. Chloris Casagrande Justen, Liana Justus e Roza de Oliveira foram homenageadas.  Representantes: Liana Marcia Justen Chloris Casagrande Justen foi representada pela filha, Liana Márcia Justen, pelo neto o poeta Ivan Justen Santana Tarastchuck e a sua esposa, a professora Daniela Tarastchuck Ribeiro Justen Santana. Emocionou o público quando Ivan declamou um poema de sua autoria que escreveu para sua vó materna: Ivan Justen Santana - Foto do Decio Romano Vó Chlo...

Maria da Glória Colucci: O Tempo - Poema analisado por Vanice Zimerman

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O TEMPO Maria da Glória Colucci1 O Tempo é ente soberano. Segundo a segundo, ano a ano, Flui, escorre entre os dedos, Sem atender ou respeitar apelos. Invisível, desfaz pálidas esperanças. Carrega consigo doces lembranças... Infinito, segue firme seu percurso Sem romper o implacável curso. Análise do poema    por Vanice Zimerman (professora, escritora e poeta) O Poema “O Tempo”, de Maria da Glória Colucci, nos convida a sentir a presença intensa e inevitável da passagem do tempo, qual indecifrável Cronos que, com seu olhar certeiro e instigante, a tudo vê, a tudo envolve... Qual um etéreo redemoinho, fluindo a cada segundo; centelhas de lembranças, recorte de vidas que habitam, sussurram e evanescem entre o cintilar de um raro cristal de uma enigmática ampulheta. Percebe-se, na sintonia entre os versos, a linda cumplicidade poética, porém lúcida, da poetisa. Parabéns pela sensibilidade! Ao ler o poema de Colucci, lembrei-me de algumas reflexivas linhas, do Padre Antônio Vieira...

Maria Antonieta Gonzaga Teixeira artista do pincel e da palavra

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Maria Antonieta Gonzaga Teixeira, nascida em Jataí/Goiás é professora, poeta e artista plástica. Cursou Educação Familiar na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – RJ - “Economia Doméstica”. Recebeu Licenciatura em Pedagogia - Universidade do Oeste Paulista - Presidente Prudente - SP. 2000.  Fez  Pós-Graduação em Didática – Fundamentos Teóricos da Prática Pedagógica-Jaboticabal – SP. 1998 e Pós-Graduação em Psicopedagogia - Instituto Superior Tupi – SC. 2008. Maria Antonieta realiza trabalho de voluntariado. Publicou: - Livro de poemas “Dos Pequizeiros às Araucárias”. 2014. Livro histórico” Instituto Cristão: Arte e Vida”. 2015. Livro de poemas” Encruzilhadas” – 2016. Biografia - Uma VIDA: Affonso e Marieta- 2018, outros. Particiou em Antologias de Poesias e de Contos e em Revistas digitais de Brasil, Argentina e Uruguai. Seus poemas estiveram em exposições no Brasil, Portugal, Uruguai, Colômbia e Argentina onde seu poema recebeu Menção Honrosa. Também participou...

Divani Medeiros e Rosani Abou Adal: Homenagem aos pais

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  O Dia dos Pais mexe com as emoções humanas. O pai é proveedor e protetor da família patriarcal.  Ainda que na opinião de muitos, seja uma data pensada para ativar o comércio, a maioria quer celebrar a data. Poetas homenageiam com poesia.  Nesta oportunidade escolhemos poemas de duas poetas: Divani Medeiros e Rosani Abou Adal. Acalanto   Rosani Abou Adal Perdi minha joia do Eufrates Meu tesouro sem ouro A pedra mais preciosa não habita as relíquias Não sinto o seu calor não posso tocá-la não tenho olhos pra vê-la Meu deserto está frio O sol sempre encoberto A lua a minguar O inverno presente nas quatro estações Durante século procurei minha jóia do Eufrates e agora a perdi Para meu acalanto irei encontrá-la noutra dimensão.