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Isabel Furini, Maria Antonieta Gonzaga e Jucélia Betinardi

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  Antigo amor a chuva e a vida escorregam pelos vidros da janela o vento sibila canções ciganas que falam de amores e de traições ao som das castanholas são desenhadas (na geografia da memória) antigas coreografias que contam  a  história dos beijos na casa de praia (hoje abandonada) uma história de amor foi escrita com passos de dança sobre a areia da praia uma história de beijos e danças –  sem palavras Isabel Furini Acadêmica da AVIPAF - Cadeira 1 Esse poema recebeu o 2º Lugar no Concurso de Poesia, Taba Cultural, RJ, 2001. Poema: Meu Amor! Meu Amor! Te amo a cada pôr do sol E em cada amanhecer Te procuro na beleza do girassol. Te amo com o ardor do meu coração Te amo com a força da minha mente Te amo no silêncio de meus dias Te amo eternamente. Te amo na certeza do encontro Te amo no abraço carinhoso Te amo nas lembranças e saudades. Te amo na espera do teu bom dia! Em sonhos! Te amo! Que alegria!! Maria Antonieta Gonzaga Teixeira Acadêmica da AVIPAF Cadeira 10 Castro-Paraná-Brasil

NAS MARGENS DO SILÊNCIO | UM CONTO DE MARIA FRATERNA

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  fotografia do arquivo pessoal da autora   UM CONTO DE  MARIA FRATERNA "NAS MARGENS  DO  SILÊNCIO" Há que continuar, não faltará muito para chegar ao refúgio de Blandina, escondida da desumanização que fustiga o mundo. Aconchegada numa gruta, da branda da serra mais alta, ela apanha bocados de sol dourados e de céu de anil, para ao sono sonhar. Nestas margens do silêncio ela procura proteção contra a procissão dos fazedores de tudo e de nada, nos corredores esguios, sem rigor ou conhecimento.  Agora o seu impacto é, junto deste nevão que, lentamente, fustiga sem dor ou piedade, a pressão e os traumas de uma parcela plana de pasto para o gado. Talvez eu mereça um lugar debaixo deste nevão que não pára de cair, e até consiga limpar algumas vísceras da podridão humana que me devoram. Raul procurava-a para lá se refugiar! Era este o seu pensamento, à semelhança do corvo que procura o brilho na Terra, ele queria tudo, até o lume das últimas folhas de samambaias cheias de espo

Isabel Furini, Gisela Bester, Sonia Cardoso e Vanice Zimerman: Dia do Meio Ambiente

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  Imagem gerada pela IA do Bing Haicai de Isabel Furini outono chuvoso  as cidades alagadas - lágrimas nos olhos ** Haicai de Gisela Maria Bester rajada outonal - Dia do Meio Ambiente  nas lições da escola ** Haicai de Sonia Maria Cardoso Água subindo  tristeza abundante  desmatamento. Imagem gerada pela IA do Bing Haicai de Vanice Zimerman Meio Ambiente bem-vinda harmonia com a flora e fauna...

CELEBRAÇÃO POÉTICA PARA ROSEANA MURRAY | Poetas Diversas

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"Tenho memória fragmentada sobre o que aconteceu, mas não me perturba. No momento de muita dor, a arte é o que te salva. Não é um clichê, é uma verdade. A literatura salva e precisa ser um direito de todos neste país."  (Roseana Murray) Esta é uma homenagem à querida poeta Roseana Murray, devido ao trágico evento que lhe ocorreu em 05 de abril. A equipe da "Revista Ser MulherArte" gostaria de deixar registrado que, de acordo com sua percepção, os cães não podem ser considerados culpados pelo ataque sofrido pela escritora. Seus tutores, estes sim, são os verdadeiros responsáveis pelo ocorrido, que só não foi fatal graças ao maratonista que, no mesmo momento treinava pela mesma rua, socorrendo Roseana e salvando sua vida!  Esperamos que, diante do terrível acontecimento, todos nós, enquanto espécie humana, reflitamos profundamente sobre a maneira como temos lidado com todas as espécies vivas habitantes da Terra e, nesse caso, com os animais domesticados. Que possamos