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Mostrando postagens de 2022

CINCO POEMAS DE PATRÍCIA MEIRELES

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fotografia do arquivo pessoal da autora  A VIDA SÓ FAZ SENTIDO Uma vida sentida  é o amor que partilhamos, os seres que vamos encontrando  ao longo dos anos. Sou um ser afortunado,  apesar de todos os danos:  traições, abandono... Mas a vida só faz sentido  quando percebemos  que quem  perdemos foi uma vitória.  Quem permanece na história  é quem deixa saudade. Tu foste um ser que eu conheci  em poucos minutos,  ou talvez horas,  mas foi uma empatia tão grande,  que me apeteceu agradecer-te com palavras.  Um grande ser humano, uma menina mulher. Põe-me sorrisos estampados no rosto  de forma fácil pela pureza,  genuidade e grande coração que possuis.  Desejo-te um percurso risonho,  igual à alma que te pertence.   Anseio conhecer-te e apaixonar-me  todos os dias da minha vida.  Eu gosto de ti e quero-te de forma tão intensa  e genuína como nunca quis ninguém. -*- imagem do Pinterest   CARTAS QUE TE ESCREVO Todos os dias penso,  perdi-me com a tua partida,  mas fito-te:  olho para o céu

A POESIA MÚLTIPLA DA EDITORA-CHEFE DA "REVISTA SER MULHERARTE", CHRIS HERRMANN | por Nic Cardeal

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  fotografia do arquivo pessoal da autora   8M Mulheres não apenas em março.  Mulheres em janeiro, fevereiro, maio. Mulheres a rodo, sem rodeios nem receios. Mulheres quem somos, quem queremos. Mulheres que adoramos. Mulheres de luta, de luto, de foto, de fato. Mulheres reais, fantasias, eróticas, utópicas. Mulheres de verdade, identidade, realidade. Dias mulheres virão,  mulheres verão, pra crer, pra valer! (Nic Cardeal) Hoje minha homenageada é a querida CHRIS HERRMANN , fundadora e editora-chefe da "Revista Ser MulherArte"!  Não deixe de ler sua poesia fascinante: O TEMPO  o que me assombra não é o tempo que perdi reverenciando inutilidades, nem a imagem refletida que tiveram de mim. me assombra é o tempo, o que se perdeu na carcaça, que me fez caça e prisioneiro, que não mais me serve. mais ainda me assombra não é a sombra que eu era, mas a que ficou vazia e só nas águas de um tempo ido. (* poema do livro Gota a Gota ) -*- texto e imagem do arquivo pessoal da autora  INDI

A POESIA E A PROSA DE ADRIANA BARRETTA ALMEIDA | por Nic Cardeal

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fotografia do arquivo pessoal da autora  8M Mulheres não apenas em março.  Mulheres em janeiro, fevereiro, maio. Mulheres a rodo, sem rodeios nem receios. Mulheres quem somos, quem queremos. Mulheres que adoramos. Mulheres de luta, de luto, de foto, de fato. Mulheres reais, fantasias, eróticas, utópicas. Mulheres de verdade, identidade, realidade. Dias mulheres virão,  mulheres verão, pra crer, pra valer! (Nic Cardeal) Navegue pelo universo tão especial - na poesia ou na prosa infantojuvenil - de ADRIANA BARRETTA ALMEIDA : 1) A ÚLTIMA FOLHA  (...) Era uma vez uma folhinha. Ela tinha muitas companheiras, folhas pequeninas como ela. Moravam todas numa árvore enorme, e lá das alturas, se divertiam na língua das coisas miúdas.  Gostavam de dançar com as gotas da chuva, de se balançar com o vento e de brincar de esconde-esconde com os passarinhos. E assim como sua amizade, elas foram  crescendo Tornaram-se folhas grandes, de um verde profundo e suave (...) (* excerto do livro infantojuvenil

"PERMANÊNCIAS OUTONAIS SOB O SIGNO DA LEVEZA", ARTIGO DE ISABEL CORGOSINHO

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  livro Permanências outonais , de Vania Clares PERMANÊNCIAS OUTONAIS SOB O SIGNO DA LEVEZA sobre o livro "Permanências outonais", de Vania Clares                                                          por Isa Corgosinho             Ao final da leitura do livro de Vania Clares, veio-me a vontade de sistematizar questões que fui anotando durante a leitura. Assim, deixo aqui registrados os meus devaneios interpretativos de suas Permanências Outonais.     A prosa poética de Clares deixa entrever em suas fontes a ambivalência das personagens femininas de Clarice Lipector.   Com essa chave genealógica, ousamos mergulhar no processo de estranhamento intencionalmente construído numa temporalidade, cuja noite tem a mesma duração do dia. O resultado é o mergulho conjunto no equinócio intensamente vivenciado pela constante alteração do estado de consciência da personagem outonal. A gangorra do tempo malbaratado situa esse romance entre aqueles dinâmicos e interativos, também ad