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Mostrando postagens com o rótulo #Mulheres Poetizam

Araceli Otamendi e Elízia Fênix: Poemas

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Maria Rita           Prisioneira da linguagem a memória coletiva vive em seu próprio interior É um desperdício, um enigma, um presente, um passado, um futuro Ricardo Reis aparece em nossas histórias ditando palavras Muda de pele como uma serpente egípcia come balas ao amanhecer armada de palavras, empreende o caminho e todas as batalhas. No saguão solitário de um hotel em seu próprio hotel habitado Maria Rita ilumina o azul da noite com palavras palavras estelares, como em um poema de Vachel Lindsay e empreende a fuga rumo a um jardim interior Cuida de crianças sonhadoras durante dias e noites ilumina as crianças Maria Rita é choro, alegria, felicidade, dor, vida Maria Rita vive nas palavras as palavras a habitam cria uma infinidade de palavras em seu seio jardim interior © Araceli Otamendi (Buenos Aires, c. 2018) * Palavra tem cheiro Ontem A palavra Conheci Desejo De escrever Senti Descobri Que Palavra Tem cor Cheiro E sabor Hoje Escrevo Memória Amanhã Talvez E...

Maria da Gloria Colucci e Elciana Goedert: Receberão Medalhas

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Poeta, advogada e professora Maria da Gloria Colucci Em 11 de novembro/26, no Instituto Cervantes de Curitiba, as poetas Maria da Glória Colucci e Elciana Goedert receberão Medalhas da AVIPAF (Academia Virtual Internacional de Poesia, Arte e Filosofia) pelos seus trabalhos poéticos. Maria da Gloria Colucci receberá a Medalha  Melhor poema Ecológico 2025. Planeta Terra Maria da Gloria Colucci Não é sobre você, Nem sobre mim, Mas, sobre nós... Não é sobre hoje, Nem sobre amanhã, É sobre “sempre”... Não é o que podemos, Mas, o que devemos Fazer ou deixar de fazer... Tudo é sobre todos, Sempre juntos, unidos, Em defesa do Planeta. 2025 Outras Premiações:  1976 - 1º lugar no Prêmio Augusto Montenegro (OAB, Pará); 1977 - 3º lugar no Prêmio Ministério da Educação e Cultura; 1997 - 1º lugar Pergaminho de Ouro do Paraná (Jornal do Estado). 2016 - Troféu Carlos Zemek: Destaque Poético. 2017 - Troféu Imprensa Brasil.   2017 - Top of Mind Quality Gold. Maria da Glória Colucci, A...

Marli Boldori e Isabel Furini: Poemas

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Arte digital de Isabel Furini Saudade Saudade chega sem bater à porta, se acomoda nos cantos da memória. Tem o perfume dos dias que passaram e a voz suave de quem ficou na história. É ausência que insiste em permanecer, presença silenciosa que não vai embora.  Marli Andrucho Boldori Porto União-SC ** Flores de Outubro muro de névoa trafego noturno, buzinaços, sinos na madrugada alheias aos ruídos a Laelia purpurata e as margaridas florescem no mês de outubro  Isabel Furini

Maria da Gloria Colucci e Lucia B. Proença: Poemas

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ABELHINHA Maria da Gloria Colucci Abelhinha abelhuda, Posando em cada flor, Vai morar, sortuda, No jardim do meu amor! Adoça seus sonhos, Faz brilhar seus olhos, Docinho do mel, Pedacinho do céu. Maria da Glória Colucci, Advogada. Mestre em Direito. Professora da UFPr (aposentada). Troféu Carlos Zemek “Destaque Poético” (2016). Exposição de Poesia em Buenos Aires (2016). Antologia “Sentimentos” (2016). Antologia “Humanidades” (Instituto Memória, 2016). Membro da AVIPAF (2018). Exposição “Tempo Poético” (2019). Blog Nuvem de Cetim Poemas (2026); disponível em https://nuvemdecetimpoemas.blogspot.com * FINAL DE SEMANA Lúcia B Proença Final de semana eu suavizo. Desanuvio... Deixo me levar na travessia do sossego. Descomponho-me sem pudores. Feito festa e festim. Final de semana é assim. Descuido insensato de mim. Maria Lúcia Baroncini Proença (Lucia B. Proença)  tem formação acadêmica em Letras e Pós-graduação em Educação Especial, Educação Fundamentada na Arte, Direitos Humanos e Edu...

Miriam Maria Santucci e Giuliana Donzello: Poesia italiana contemporânea

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Poesias em língua italiana traduzidas ao português APRENDER O PERDÃO  Miriam Maria Santucci A vida dá muito, muito tira e muito ensina. Aprende-se a entender que a mente e o coração de cada pessoa são labirintos fechados, onde é difícil entrar e ainda mais sair. Porque o orgulho tranca a porta e nenhuma fuga é possível. Aprende-se a aceitar a morte, mesmo que uma perda rasgue a alma. Mas quase nunca se consegue aprender a aceitar o repúdio, porque o repúdio é mais cruel do que a morte. Mas aprende-se a perdoar, mesmo sem conseguir, às vezes, esquecer. APRENDER A PERDONAR Miriam Maria Santucci La vida da mucho, quita mucho y enseña mucho. Se aprende a comprender que la mente y el corazón de cada persona son laberintos cerrados, en los que es difícil entrar y aún más salir. Porque el orgullo cierra la puerta y no hay escapatoria posible. Se aprende a aceptar la muerte, aunque una pérdida desgarre el alma. Pero casi nunca se consigue aprender a aceptar el rechazo, porque el rechazo es...

Maria Verginia Gonçalves e Isabel Furini: Criança - Poemas

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Escultura em Redmond, Washington, USA - Foto de Isabel Furini Criança, futuro do amanhã Levanto sempre na madrugada, Em silêncio, faço oração. Penso em nossa pátria amada, E me aperta o coração. Vejo crianças abandonadas, Dormindo ao relento, no chão. Longe das escolas, caladas, Esquecidas na exclusão. Onde está o pão, o abrigo? Onde está a proteção? Que futuro, que abrigo, Para quem cresce sem pão? Que nossa prece vire ação, Que o descaso vire cuidado. Toda criança é uma nação, Nenhum futuro pode ser descuidado. Maria Verginia Goncalves Professora aposentada, mestre em Educacao. Bacharel em Direito, escritora, agente cultural Maringá, Brasil. ** Curvas do passado o tique-taque do relógio não perdoa o tempo é uma bola torta que nos empurra  inexoravelmente rumo à morte os dias fogem dos calendários e ficam amontoados na memória mais um inverno… mais uma primavera... de repente percebo que sou feita de lembranças semelhante a essa boneca de pano  que amei quando criança (com su...

Maria da Glória Colucci: O Tempo - Poema analisado por Vanice Zimerman

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O TEMPO Maria da Glória Colucci1 O Tempo é ente soberano. Segundo a segundo, ano a ano, Flui, escorre entre os dedos, Sem atender ou respeitar apelos. Invisível, desfaz pálidas esperanças. Carrega consigo doces lembranças... Infinito, segue firme seu percurso Sem romper o implacável curso. Análise do poema    por Vanice Zimerman (professora, escritora e poeta) O Poema “O Tempo”, de Maria da Glória Colucci, nos convida a sentir a presença intensa e inevitável da passagem do tempo, qual indecifrável Cronos que, com seu olhar certeiro e instigante, a tudo vê, a tudo envolve... Qual um etéreo redemoinho, fluindo a cada segundo; centelhas de lembranças, recorte de vidas que habitam, sussurram e evanescem entre o cintilar de um raro cristal de uma enigmática ampulheta. Percebe-se, na sintonia entre os versos, a linda cumplicidade poética, porém lúcida, da poetisa. Parabéns pela sensibilidade! Ao ler o poema de Colucci, lembrei-me de algumas reflexivas linhas, do Padre Antônio Vieira...

Divani Medeiros e Rosani Abou Adal: Homenagem aos pais

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  O Dia dos Pais mexe com as emoções humanas. O pai é proveedor e protetor da família patriarcal.  Ainda que na opinião de muitos, seja uma data pensada para ativar o comércio, a maioria quer celebrar a data. Poetas homenageiam com poesia.  Nesta oportunidade escolhemos poemas de duas poetas: Divani Medeiros e Rosani Abou Adal. Acalanto   Rosani Abou Adal Perdi minha joia do Eufrates Meu tesouro sem ouro A pedra mais preciosa não habita as relíquias Não sinto o seu calor não posso tocá-la não tenho olhos pra vê-la Meu deserto está frio O sol sempre encoberto A lua a minguar O inverno presente nas quatro estações Durante século procurei minha jóia do Eufrates e agora a perdi Para meu acalanto irei encontrá-la noutra dimensão.

Mery Ann e Isabel Furini: Poemas dedicados aos avós

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Em 26 de julho foi comemorado o Dia dos Avós. Inspirado no Dia de Santa Ana e São Joaquim, pais da Virgem Maria, a celebração visa reunir as familias e outorgar o respeito e o carinho que os avós merecem. VINHEDO Isabel Furini Oscila o pêndulo do passado entre cachos de uvas e cantos. O som da concertina sacode a casa, a avó viaja até o velho povoado contemplando as fotografias desbotadas do álbum. Do manto das lembranças colhe risos, beijos, abraços, o gosto das uvas e o Sol italiano. 3º Lugar no Concurso da Universidade Federal Fluminense - Niterói/Rj, 2011

Isabel Furini, Divani Medeiros, Vanice Zimerman, Marli Boldori, Maria Antonieta Gonzaga e Maria Helena Leandro: Pão para os pobres...

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Fotografia de Vanice Zimerman Sem pão... Isabel Furini As vezes, acordo junguiana às vezes, acordo freudiana às vezes, com um machucado profundo na alma, pensando nas crianças sem pão, sem abrigo dormindo na rua, fracas, abatidas olhando a Lua que ilumina as casas, as praças, as pontes, as ruas… qual é a cor da fome? e qual é o nome que merece o homem que condena quem dá pão aos pobres? * Pão para os pobres Divani Medeiros Alimento que vem do trigo Com cores, recheios e sabores. Nutre a humanidade. Gera saciedade. Feito com muito amor Na vida e para a vida. Partilhar é necessário. Uma mistura de emoção Em qualquer situação. Pão para os pobres Um gesto nobre... * Chama Que Alimenta… Vanice Zimerman O pão bento, Entre os grãos de arroz, Antiga tradição, permanece Qual sutil chama a iluminar, Alimentando a alma... O pão para os pobres, Com aroma de solidariedade, Recém-saído do forno — Das mãos abençoadas O menino recebe E, sobre a mesa Num antigo guardanapo Com esmaecidas tramas azuis, E...

Elciana Goedert orientará Sarau na Feira do Poeta de Curitiba

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Sob a batuta da poeta Elciana Goedert será realizado um Sarau na Feira do Poeta de Curitiba, em 31 de Maio (domingo), a partir das 10h30, com leitura de alguns poemas do e-book  "Poemas para amar,dançar e sonhar", com apoio da AVIPAF. Participarão, entre outros poetas, Maria Antonieta Gonzaga Teixeira, Rita Delamari, Atilio Andrade, Isabel Furini, Carmem Soek Pliessnig, Elaine Fortunato J., Maria da Gloria Colucci, Vanice Zimerman,  Daniel Mauricio, Nilcéia Zens, Decio Romano, Madalena Ferrante Pizzatto, Paulo Roberto de Jesus, Ivani Silva, Vera Lucia Cordeiro, Sonia Cardoso, e outros. Elciana Goedert e Isabel Furini realizarão a leitura em espanhol de poemas das poetas: Araceli Otamendi, Graciela Pucci (Argentina) Devora Dante (Colômbia) e Sheina Lee (Uruguai). Também serão lidos poemas de poetas que participaram no e-book, mas não estarão presentes por morar em outros estados: Marli Boldori, Izabel Rodrígues, Rosani Abou Adal, Ma. Mafra Souza, Divani Medeiros e Marli Voigt...

Isabel Furini, Sonia Cardoso, Izabel Rodrígues e Vanice Zimerman: Dia das Mães

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Arte digital de Isabel Furini   Exigência Isabel Furini Ser mãe  não é ser perfeita é, simplesmente, estar sujeita a seus filhos com os laços do amor ** Semente  Sonia Cardoso Eras cabeça dura, Mas sempre guarda-sol Um pouco tulipa negra, mas  Quase sempre jardim florido  E ali me plantaste ** Mãe  Izabel Rodrígues Guandalini Uma deusa A flor mais perfumada do jardim Um anjo enviado por Deus   A mais bela entre as mulheres  A mais doce... Uma fada que me acalma só em sorrir para mim... ** Nuances de um sonho... Vanice Zimerman À luz da manhã sutil ilumina O desenho do menino, Deixado à cabeceira da cama... Enquanto ele desperta Senti em tua testa, O suave aconchego Da etérea mão, de sua mãe, Emocionado, ele sorri...   Acadêmica da AVIPAF (Cadeira 16 - Mario Quintana)

Isabel Furini e Sonia Cardoso: Poemas de Outono

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Folhas do outono Isabel Furini folhas amarelas com gestual de dançarinas c a e m  das árvores  e se apinham nas esquinas ** Outono  Sonia Cardoso A frialdade das Madrugadas anuncia: Tempo dos marrons cálidos Dos frutos maduros, Das chuvas de folhas e  Pétalas coloridas  Que a terra pede Pausa e frescor  Ofertando perfumes  Maturação e ponderação  Proteção e abundância  Para a terra, o mar, a vida.

Araceli Otamendi: Poemas inspirados em árvores floridas

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  Fotografia  Magnólias brancas A cidade cinzenta se ilumina A calçada floresce Araceli Otamendi Fotografia de Araceli Otamendi Feriado azul As árvores do porto Vestem-se de gala Araceli Otamendi Araceli Otamendi (Quilmes, Província de Buenos Aires) mora na Cidade Autônoma de Buenos Aires desde os 9 anos de idade. Graduada em Análise de Sistemas (Universidade Tecnológica Nacional – Faculdade Regional de Buenos Aires). Estudou literatura principalmente na oficina de Mirta Arlt.  É escritora e jornalista e dirige há vinte e dois anos as revistas culturais digitais Archivos del Sur e Barco de Papel.

Isabel Furini: Sombras sobre o mundo - Poema dedicado ao enfermeiro morto em Minneapolis

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Sombras sobre o mundo  Isabel Furini Os cínicos, os perversos, os malvados crônicos submissos ao vigoroso impulso da crueldade todos os psicopatas que moram nos pântanos das sombras e obrigam os outros a mastigar agruras estão em seu momento mais soberbo pois a noite e o mal estão cobrindo o mundo o lado obscuro da força está triunfante e o bem parece ter fugido pelas gretas mas o Sol voltará e aniquilará as sombras o desafio é manter a nossa fé em Jesus Cristo pois, apesar da lama, a alma permanece pura lembremos das pessoas boas… como o enfermeiro assassinado em Minneapolis, impunemente e sem culpa

Isabel Furini e Marli Voigt: Poesias

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Arte digital de Isabel Furini Busca poética Isabel Furini existe um mundo de sombras que nos persegue e nos assombra e, às vezes, nos toca e nos provoca é preciso avançar contemplar as rosas do jardim afastar a melancolia sonhar e poetizar intensamente - a cada novo dia temos a chance de mergulhar no mundo da Poesia ** Harmonia  Marli Voigt  Esse jeito de brincar Seus pés bailam na rua Sua mente a imaginar Ano novo de travessura A criança enriquece Torna o viver precioso Esperança assim permanece No abraço caloroso

Gisela Maria Bester: Receita para puxar o Ano Novo

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Arte digital de Isabel Furini RECEITA PARA PUXAR O ANO NOVO Gisela Maria Bester Busca um ano, um ano redondo, sem a automontagem da matéria humana e os estrondos nos sonhos. Deixa para trás substâncias antipáticas que te enferrujaram  as mãos da alma e o olhar. Não desejes nele, no ano novo, mais da violenta calma do silêncio de milhares toneladas de escombros. Aspire a que a reduzida calda do caleidoscópico novo ano oriente olhares para frente, não passos de Curupira. A esquelética fome a ignorância crônica a indigência cultural o ódio visceral, não queiras mais antes, durante ou após os teus tantos anos. Cutuca sempre um céu para ver se dele caem espadas de São Jorge e bastões do Imperador botões das flores, das roupas de um jardim  já não mais plúmbeo, ígneo ou iníquo.  Um ísqueo, um úmero a levarem-te, e a inocência animal a te salvar, busca! Involuntários cabelos e pelos pelos trombos  dos sonhos já não mais cancelados como fios de ovos pendentes dos ninhos inva...

Marli Voigt, Izabel Rodrigues Guandalini e Marli Boldori: Poemas de Ano Novo

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  Fotografia de Isabel Furini Por esse momento               Marli Voigt  Ele chega novamente  Nas borbulhas do champagne  Reluz brilho no universo  Abraços ecoam nas montanhas  Por esse momento numérico  Renova todo tipo de gostosura  Sonho voar nas palavras  Temperando toda travessura Por esse momento almejo Jogar sementes pelo caminho  Na paz esteja florescendo Dia a dia que vai florindo ** Ano novo Izabel Rodrigues Não é utopia É real A esperança de mudança Ao findar um ciclo Automaticamente os sonhos se renovam Vê-se aí novas oportunidades de recomeçar Assim acontece no final de cada ano do calendário E assim será em dois mil e vinte seis O que virá ninguém Pode prever Mas imaginar Podemos e devemos Afinal não custa sonhar que o mundo Se transformará Numa maravilha ímpar Onde só a felicidade Fará morada ** Esperança Marli Andrucho Boldori Ao lado da ciclovia   há muitas árvores suas ...

Vera Lucia Cordeiro e Isabel Furini: Ano Novo

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Arte digital de Isabel Furini Mais um ano... Isabel Furini              "O homem é um bípede sem penas" Platão A Lua é um queijo? O pecado uma maçã? O ser humano continuará Sendo um bípede sem asas? Outro ano que inicia... Mais uma oportunidade De caminhar pela estrada Do amor e da felicidade. A humanidade semeará guerras ou prosperidade? ** Siga em frente e Vencerá Vera Lucia Cordeiro Eis que lhe foram abertos os portais da Glória,  não se detenha nem por um instante, Siga em frente sempre confiante.  Levante a cabeça, vá à luta, com a certeza da Vitória! Amante da verdade e da ternura. Com tenacidade e com brandura.  Com caráter reto, sentimento puro. Ancora seu navio em porto bem seguro. ** Ria! Vera Lucia Cordeiro Ria! Tire da dor uma linda melodia! Encontre em tudo música, dança e poesia! Assim, viva com mais alegria! Feliz e Próspero 2026! ** A mensagem da chuva Isabel Furini as gotas de chuva que caem do céu sobre os tetos de...