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Mostrando postagens com o rótulo Literatura de autoria feminina

Minha Lavra do teu Livro 10 | "DE MEMÓRIAS NOS FAZEMOS", de VIOLANTE SARAMAGO MATOS, por Nic Cardeal

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  Minha Lavra do teu Livro 10 - resenhas afetivas - "DE MEMÓRIAS NOS FAZEMOS": UM LIVRO SOBRE  AS DIVERSAS PROFUNDIDADES  DE QUE SE CONSTITUI O AMOR  "Teremos perdido até a memória  de nosso encontro... Mas nos reencontraremos,  para nos separarmos  e nos encontrarmos de novo,    ali onde os mortos se reencontram:  nos lábios dos vivos." (Samuel Butler) * "Percebi que tenho razão quando sinto que conhecia o meu pai e o tamanho das suas emoções." (p. 48) * " (...) escrevo sobre respeito, valores, até direitos. Porque há coisas que precisamos interiorizar bem. Coisas sobre as quais temos a obrigação ética de tomar posição. Também isto aprendi com o meu pai." (p. 70) * "É certo que, quando escrevemos, arrumamos ideias, obrigamo-nos a torná-las percetíveis, num esforço para encontrar as palavras certas, as que queremos escrever. Depois de escritas, tornam-se mais duradouras que as palavras ditas, dão-nos licença para olhar para elas

A PALAVRA MARCANTE DE CLARA ARREGUY | Projeto 8M

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fotografia do arquivo pessoal da autora  8M Mulheres não apenas em março.  Mulheres em janeiro, fevereiro, maio. Mulheres a rodo, sem rodeios nem receios. Mulheres quem somos, quem queremos. Mulheres que adoramos. Mulheres de luta, de luto, de foto, de fato. Mulheres reais, fantasias, eróticas, utópicas. Mulheres de verdade, identidade, realidade. Dias mulheres virão,  mulheres verão, pra crer, pra valer! (Nic Cardeal) Viaje na palavra marcante e, tantas vezes aventureira, de CLARA ARREGUY : 1)   "(...) Histórias, memórias, lembranças, alforjes cheios de lições aprendidas, vazios de inutilidades deixadas pra trás. Xô, sentimentos pequenos e pobres, xô, fantasias do passado, anseios de ser o que nunca será, de ter o que nada lhe trará paz, de resgatar o tempo perdido - como perdido, se tudo que fez e foi concorreu para trazê-la até aqui, ao alto desta manhã ensolarada em que um banho de mangueira e uma dúzia de paraguaios, a deliciosa fruta importada sabe Deus lá de onde, vão lhe s

A INCRÍVEL POESIA DE DEISE ASSUMPÇÃO | Projeto 8M

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  fotografia do arquivo pessoal da autora   8M Mulheres não apenas em março.  Mulheres em janeiro, fevereiro, maio. Mulheres a rodo, sem rodeios nem receios. Mulheres quem somos, quem queremos. Mulheres que adoramos. Mulheres de luta, de luto, de foto, de fato. Mulheres reais, fantasias, eróticas, utópicas. Mulheres de verdade, identidade, realidade. Dias mulheres virão,  mulheres verão, pra crer, pra valer! (Nic Cardeal) Mergulhe na incrível poesia de DEISE ASSUMPÇÃO : NÓ VITAL No oco o voo sem cruz de uma asa Consciência  em metade finita da outra metade infinita em duas metades (o antes e o depois) A folha que cai pra lá de madura entrecorta o diálogo polêmico  de mito e ciência  E a filosofia? (* poema do livro Cofre , p. 12) imagem do Pinterest   -*- ASSALTO   No cristal impermeável do espelho do meu quarto, olhei brincos e batom, tom de vestido e sapatos, cheiro de gotas de almíscar, dobras da seda da gola. No espelho transparente do vidro do meu carro, colou-se um prato de fome,

Minha Lavra do teu Livro 06 | "O LUTO DA BALEIA", de SOLANGE CIANNI, por Nic Cardeal

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Minha Lavra do teu Livro 06 - resenhas afetivas - "O LUTO DA BALEIA": PORQUE VIVER  TAMBÉM É DAS ÁGUAS  Porque viver tem dessas coisas: é preciso esperar que passem as águas  - todas as águas:  rasas ou fundas  revoltas ou inconclusas mal paradas ou moribundas - [ou entender que nunca] porque viver tem dessa coisa: é preciso voltar a ser a água  do oceano do templo - sem tempo -                                              é preciso morrer por fora  para sobrar por dentro (Nic Cardeal, Viver) Um livro [azul] em minhas mãos. Um azul atravessando abismos tão profundos, indo dar [em braçadas exaustivas] em outros azuis - céus que sonham pássaros em voo. Abro o azul. Encontro mães humanas, mães baleias, mães de todas as naturezas. Encontro vazio de filho - uma ausência resultante de inesperada [e tão prematura] partida. Leio o azul -  O LUTO DA BALEIA ( SOLANGE CIANNI , Brasília/DF: Maria Cobogó Coletivo Editorial, 2022). A apresentação, de João Paulo Oliveira, é um alerta - qu