Postagens

A POESIA MÚLTIPLA DA EDITORA-CHEFE DA "REVISTA SER MULHERARTE", CHRIS HERRMANN | por Nic Cardeal

Imagem
  fotografia do arquivo pessoal da autora   8M Mulheres não apenas em março.  Mulheres em janeiro, fevereiro, maio. Mulheres a rodo, sem rodeios nem receios. Mulheres quem somos, quem queremos. Mulheres que adoramos. Mulheres de luta, de luto, de foto, de fato. Mulheres reais, fantasias, eróticas, utópicas. Mulheres de verdade, identidade, realidade. Dias mulheres virão,  mulheres verão, pra crer, pra valer! (Nic Cardeal) Hoje minha homenageada é a querida CHRIS HERRMANN , fundadora e editora-chefe da "Revista Ser MulherArte"!  Não deixe de ler sua poesia fascinante: O TEMPO  o que me assombra não é o tempo que perdi reverenciando inutilidades, nem a imagem refletida que tiveram de mim. me assombra é o tempo, o que se perdeu na carcaça, que me fez caça e prisioneiro, que não mais me serve. mais ainda me assombra não é a sombra que eu era, mas a que ficou vazia e só nas águas de um tempo ido. (* poema do livro Gota a Gota ) -*- texto e imagem do arquivo pessoal da autora  INDI

A POESIA E A PROSA DE ADRIANA BARRETTA ALMEIDA | por Nic Cardeal

Imagem
fotografia do arquivo pessoal da autora  8M Mulheres não apenas em março.  Mulheres em janeiro, fevereiro, maio. Mulheres a rodo, sem rodeios nem receios. Mulheres quem somos, quem queremos. Mulheres que adoramos. Mulheres de luta, de luto, de foto, de fato. Mulheres reais, fantasias, eróticas, utópicas. Mulheres de verdade, identidade, realidade. Dias mulheres virão,  mulheres verão, pra crer, pra valer! (Nic Cardeal) Navegue pelo universo tão especial - na poesia ou na prosa infantojuvenil - de ADRIANA BARRETTA ALMEIDA : 1) A ÚLTIMA FOLHA  (...) Era uma vez uma folhinha. Ela tinha muitas companheiras, folhas pequeninas como ela. Moravam todas numa árvore enorme, e lá das alturas, se divertiam na língua das coisas miúdas.  Gostavam de dançar com as gotas da chuva, de se balançar com o vento e de brincar de esconde-esconde com os passarinhos. E assim como sua amizade, elas foram  crescendo Tornaram-se folhas grandes, de um verde profundo e suave (...) (* excerto do livro infantojuvenil

"PERMANÊNCIAS OUTONAIS SOB O SIGNO DA LEVEZA", ARTIGO DE ISABEL CORGOSINHO

Imagem
  livro Permanências outonais , de Vania Clares PERMANÊNCIAS OUTONAIS SOB O SIGNO DA LEVEZA sobre o livro "Permanências outonais", de Vania Clares                                                          por Isa Corgosinho             Ao final da leitura do livro de Vania Clares, veio-me a vontade de sistematizar questões que fui anotando durante a leitura. Assim, deixo aqui registrados os meus devaneios interpretativos de suas Permanências Outonais.     A prosa poética de Clares deixa entrever em suas fontes a ambivalência das personagens femininas de Clarice Lipector.   Com essa chave genealógica, ousamos mergulhar no processo de estranhamento intencionalmente construído numa temporalidade, cuja noite tem a mesma duração do dia. O resultado é o mergulho conjunto no equinócio intensamente vivenciado pela constante alteração do estado de consciência da personagem outonal. A gangorra do tempo malbaratado situa esse romance entre aqueles dinâmicos e interativos, também ad

A ESCRITA DE GIOVANA DAMACENO | por Nic Cardeal

Imagem
  fotografia do arquivo pessoal da autora   8M Mulheres não apenas em março.  Mulheres em janeiro, fevereiro, maio. Mulheres a rodo, sem rodeios nem receios. Mulheres quem somos, quem queremos. Mulheres que adoramos. Mulheres de luta, de luto, de foto, de fato. Mulheres reais, fantasias, eróticas, utópicas. Mulheres de verdade, identidade, realidade. Dias mulheres virão,  mulheres verão, pra crer, pra valer! (Nic Cardeal) Mergulhe na palavra sempre impressionante de GIOVANA DAMACENO : 1) SEM FILHOTE imagem via Pinterest  Uma amiga me perguntou como está o ninho vazio.  (Pra quem não sabe: é quando os filhos vão embora pra assumir seus próprios encargos neste mundo e a casa fica de um jeito que toda hora é nó na garganta.) Minha resposta ficou vaga, confesso. Não sei explicar claramente o que sinto sobre essa ausência. Não me vejo como a mãe que a sociedade considera normal, aliás, nem meu filho me vê dentro da caixinha. A educação dele foi libertária, com base em amor, respeito e libe