Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Nas Trilhas Femininas do Cordel

coluna 02- Nas trilhas Femininas do Cordel

Imagem
                                                    coluna 02 O Cuscuz sagrado de cada dia. A "sustança" que alimenta o Nordeste e cientistas nordestinas. Olá Nordeste! Olá Mundo! Se "achegue" o café tá quentinho, tudo aqui preparado no mais aconchegante carinho para aquecer o seu, o meu, o nosso coração. Vamos prosear? E por falar em café quentinho, nada melhor do que o CUSCUZ para acompanhar nosso café e nossa prosa. Esta tradicional comida à base de farinha de milho é patrimônio nordestino, alimenta e dá " sustança" a milhões de trabalhadores que levantam-se com o nascer do Sol e vão para a labuta diária. Por muitas vezes é a unica refeição de alguns. Este manjar tem nas memórias de afetos o protagonismo arraigado. Qual criança nordestina não via ou vê o Sol estampar no brilho do olhar ao sentar-se à mesa simples do seu lar e saborear o cuscuz feito com todo o esmero? E o cheirinho? Ah! O cheirinho é inesquecível! As combinações são muitas: com ovo

coluna 01- Nas trilhas Femininas do Cordel - Apresentação

Imagem
                                                                      coluna 01   Dedo de prosa com as (os) leitoras (es) Olá! Eu sou Zezé Matos. Eu sou Sueli Valeriano! Enviamos a todos saudações poéticas! Esta é nossa casa de "escrevinhar"; aqui vamos nos encontrar em trilhas femininas do Cordel e cordelizando vamos tecer rendas de afetos e encantos. Venha conosco. Eu, Zezé Matos Poeta e a nossa Diva do Cordel Baiano Brasileiro, Sueli Valeriano temos muito a prosear com todos(as) (es) e nesta prosa queremos ouvir o falar de todas (os) (es). Prepara o café que a conversa vai render! Um abraço carinhoso, Sueli Valeriano e Zezé Matos. Amanhece! Ela, mulher nordestina desperta. O Sertão arde. A aurora é incerta, mas certamente ela traz em seu olhar o verde esperança! Foi lhe dado mais um dia e quem sabe é o dia da chuva cair e de tudo melhorar. É assim o pensar da mãe sertaneja, da mulher nordestina. Valente ela segue, não aceita a derrota, a desesperança como sina. É dádiva di